WWW.CHAPEUPANAMA.COM


Está no ar o site da banda CHAPÉU PANAMÁ!

Lá você também poderá conferir fotos, programação, etc...
Acesse também:

www.chapeupanama.com


E para você que é de Minas Gerais, acesse hoje, às 13:20h, a rádio da UFMG - 104,5 FM, e ouça, ao vivo, entrevista com a banda no programa BATUQUE NA COZINHA!


Festival de Inverno


Festival de Inverno ITAGUARA-MG

Foi um sucesso o show em ITAGUARA - MG, domingo passado (23/07), no Festival de Inverno. Todos no maior astral, com direito até a samba na platéia e filmagens e fotos no backstage...

Clique aqui e confira todas as fotos!


Confira nossa programação para não perder os próximos shows!

Até lá!


Foto e Shows - Julho


Samba no Quintal - Bar Cultural

As fotos do show no "Quintal Bar Cultural" do último domingo, 16/07, e muitas outras, você confere clicando aqui.

Para ficar por dentro das próximas apresentações da banda Chapéu Panamá - A Nova Guarda do Samba, confira nossa Programação.



ATENÇÃO:
Não haverá show no Quintal - Bar Cultural neste domingo, 30/07.
Próximo show no QUINTAL: 06/08/2006.
(Grão Mogol esquina c/ Av. Uruguai, Sion.)


NOEL ROSA


Esta semana, Chapéu Panamá homenageia mais um mestre do samba.

Senhoras e senhores...

NOEL ROSA
(1910 - 1937)


Biografia:

Primeiro filho de seu Manoel e dona Marta de Medeiros Rosa, Noel veio ao mundo em 11 de dezembro de 1910, no Rio de Janeiro, RJ, em parto difícil - para não perderem mãe e filho, os médicos usaram o fórceps para ajudar, o que acabou causando-lhe a lesão no queixo, que o acompanhou por toda a vida.

Franzino, Noel aprendeu a tocar bandolim com sua mãe - era quando se sentia mais importante, lá no Colégio São Bento. Sentava-se para tocar, e todos os meninos e meninas paravam para ouvi-lo extasiados. Com o tempo, adotou o instrumento que seu pai tocava, o violão.

Magro e debilitado desde muito cedo, dona Marta vivia preocupada com o filho, pedindo-lhe que não se demorasse na rua e que voltasse cedo para casa. Sabendo, certa vez, que Noel iria à uma festa em um sábado, escondeu todas as suas roupas. Quando seus amigos chegaram para apanhá-lo, Noel grita, de seu quarto: "Com que roupa?" - no mesmo instante a inspiração para seu primeiro grande sucesso, gravado para o carnaval de 1931, onde vendeu 15000 discos!

Foi para a faculdade de medicina - alegria na família - mas a única coisa que isso lhe rendeu foi o samba "Coração" - ainda assim com erros anatômicos. O Rio perdeu um médico, o Brasil ganhou um dos maiores sambistas de todos os tempos.

Genial, tirava até de brigas motivo de inspiração. Wilson Batista, outro grande sambista da época, havia composto um samba chamado "Lenço no Pescoço", um ode à malandragem, muito comum nos sambas da época. Noel, que nunca perdia a chance de brincar com um bom tema, escreveu em resposta "Rapaz Folgado" (Deixa de arrastar o seu tamanco / Que tamanco nunca foi sandália / Tira do pescoço o lenço branco / Compra sapato e gravata / Joga fora esta navalha que te atrapalha). Wilson, irritado, compôs "O Mocinho da Vila", criticando o compositor e seu bairro. Noel respondeu novamente, com a fantástica "Feitiço da Vila". A briga já era um sucesso, todo mundo acompanhando. Wilson retorna com "Conversa Fiada" (É conversa fiada / Dizerem que os sambas / Na Vila têm feitiço) . Foi a deixa para Noel compor um dos seus mais famosos e cantados sambas, "Palpite Infeliz". Wilson Batista, ao invés de reconhecer a derrota, fez o triste papel de compor "Frankstein da Vila", sobre o defeito físico de Noel. Noel não respondeu. Wilson insistiu compondo "Terra de Cego". Noel encerra a polêmica usando a mesma melodia de Wilson nessa última música, compondo "Deixa de Ser Convencido".

Noel era tímido e recatado, tinha vergonha da marca que trazia no rosto, evitava comer em público por causa do defeito e só relaxava bebendo ou compondo. Sem dinheiro, vivia às custas de poucos trocados que recebia de suas composições e do auxílio de sua mãe. Mas tudo que ganhava era gasto com a boemia, com as mulheres e com a bebida. Isso acelerou um processo crônico pulmonar que acabou em tuberculose, doença que o matou em 04 de Maio de 1937.

Discos e Livros:

Nelson Gonçalves Canta Noel Rosa e Herivelto Martinsfeitico_da_vilasongbook
Noel Rosa - Songbook 1Livro Livro livro-noel_lingua_estilo






A nova guarda do Samba


Chapéu Panamá 6

O Samba, mais do que nunca, mora em Belo Horizonte. Formado por universitários amantes da música brasileira, o grupo Chapéu Panamá trabalha atualmente no projeto "O Samba mora aqui", que intitula uma das mais conhecidas músicas do grupo. Em suas apresentações o Chapéu Panamá oferece à capital mineira a oportunidade de relembrar e reverenciar grandes clássicos do Samba.

O grupo nasceu no início de 2005 em encontros na casa de Matheus Brant, o Teteu, como é conhecido entre os amigos. "A idéia surgiu quando amigos se encontravam para tocar e conversar sobre música, partilhar canções e descobrir o que é realmente o Samba", conta o percussionista Dudu. Mas o talento do grupo não poderia ficar restrito aos integrantes e familiares...

Usando o característico chapéu que virou marca dos mestres imortais do estilo, Matheus Brant (Teteu) coro e violão; Renato Rosa, vocal e violão; Lorena Teles, vocal; Thiago Prata, vocal e tan-tan; Eduardo Faleiro (Dudu) surdo; Bruno Sant`Anna (Brunório) cavaco; Flávio, violão de sete cordas; Ângelo Procópio (Gelo), pandeiros; Leonardo Procópio (Leo Sujeira) e Rafael Mello (Entusiasta) percussão passaram a se apresentar em diversos eventos do meio universitário e casas de Samba em BH.

O repertório da banda é variado, indo de Jorge Ben Jor à Adoniran Barbosa. "Procuramos tocar músicas menos conhecidas de sambistas famosos e composições proprias", explica o vocalista Renato Rosa. O grupo também possui composições próprias e pretende lançar um CD independente em Maio de 2006. Agradando, ao mesmo tempo, àqueles que gostam do tradicional samba de raiz e aos que esperam pela renovação do estilo, os jovens integrantes do Chapéu Panamá vêm conquistando, dia a dia, seu espaço no tradicional cenário do Samba.

Banda Chapéu Panamá - A nova guarda do Samba

Integrantes:

Teteus - violão Renato (Joyce, à esquerda) Jequitibar11 Dudu - surdo1 Brunorio - cavaquinho
Panama  19nov05 12 Leo Entusiasta - Calle MG 30

Matheus Brant (coro e violão)
Renato Rosa (vocal e violão)
Thiago Prata (vocal e tan-tan)
Eduardo Faleiro (surdo)
Bruno Sant`Anna (cavaco)
Flávio (violão sete cordas)
Ângelo Procópio (pandeiros)
Leonardo Procópio (percussão)
Rafael Mello (percussão)
Lorena Telles (vocal)

Monarco show chapeu panama


CARTOLA


A partir de hoje, toda segunda-feira homenagearemos um (a) bamba do samba! A escolha do primeiro artista a ser homenageado, para alguns pode parecer óbvia, mas não foi fácil, já que diversos compositores, cantores e intérpretes significam bastante para nós e influenciam nosso samba. Hoje, falaremos de um mestre, um mito que simboliza a riqueza do samba brasileiro.

Cartola

MESTRE CARTOLA

Angenor de Oliveira nasceu no Rio de Janeiro, em 11 de outubro de 1908. Passou o início de sua infância nas Laranjeiras, mas as dificuldades financeiras de sua numerosa família, acabou levando-os à Mangueira, onde começava a despontar uma favela. “Era franzino, mas muito esperto”, conta seu amigo e parceiro Carlos Cachaça, também morador de Mangueira, e que iniciou Cartola na malandragem do samba carioca. Mas como o seu Angenor viraria o grande CARTOLA? A forma como seu apelido surgiu é, no mínimo, curiosa: Angenor foi servente de pedreiro, e certo dia passou a usar um chapéu coco para que o cimento não grudasse em seus cabelos. Seus colegas não resistiram a gozação e o famoso apelido surgiu: CARTOLA!

Cartola nunca teve estudo, e seu sucesso é prova e conseqüência de seu grandioso talento. Fez somente o primário e jamais conseguiu se integrar à estrutura de trabalho. Trabalhou sempre com bicos, como pedreiro, pintor de paredes, lavador de carros, vigia de prédios e contínuo de repartição pública.

A história de Cartola se confunde com a história da maior e mais popular escola de samba do Rio de Janeiro, a Mangueira. Na década de 20, quando os blocos de carnaval resolveram se organizar em sociedades permanentes, Ismael Silva e o pessoal do Estácio criaram uma associação que se autodenominava Escola de Samba, a Deixa Falar. Cartola, então, criou o Bloco dos Arengueiros com seus amigos, cujo núcleo se transformou em 1928 com o nome de Estação Primeira de Mangueira, e adotou as cores verde e rosa. Nascia assim o maior fenômeno do carnaval carioca. Em seu primeiro desfile na Praça Onze, com o samba enredo de Cartola, Chega de Demanda, a Mangueira ganhava também o primeiro prêmio do carnaval.

No inicio da década de 40, Cartola sumiu do cenário. Pouco se sabe sobre o que aconteceu, mas dizem que Cartola havia brigado com vários amigos de Mangueira, e que ficara muito triste principalmente após a morte de Deolinda, a mulher com quem vivia na época. Só reapareceu em 1956, encontrado pelo jornalista Sérgio Porto, como lavador de carros em Ipanema. Porto tratou de promover a volta de Cartola, através de programas de rádio, e novos sambas feitos por Cartola.

Em 1964 Cartola e a esposa Zica abriram um bar-restaurante-casa de espetáculos na rua da Carioca, o Zicartola, que promovia shows de samba. Conseguia reunir, no mesmo lugar, tanto a juventude bronzeada da Zona Sul carioca quanto os malandros sambistas do morro. O Zicartola fechou as portas algum tempo depois, e o compositor continuou com seu emprego público e compondo seus sambas.

Em 1974, Cartola gravou seu primeiro disco solo. Mas não parou por aí. Seu dom fez dele o maior sambista carioca de todos os tempos, com letras impecáveis e batidas deliciosas. No total foram quatro discos, com músicas que falam de tudo: de amores correspondidos ou não, da favela, de carnaval, de alegria e tristeza, da mangueira, etc!

Apesar do sucesso de seus sambas, Cartola morreu pobre, morando numa casa doada pela prefeitura do Rio de Janeiro, em Jacarepaguá no dia 30 de novembro de 1980.

Discografia:

Cartola_viva_cartola Cartola_verde_que_te_quero_rosa Cartola_so_cartola Cartola_o_sol_nascera
Cartola_o_mundo_e_um_moinho Cartola_disfarca_e_chora Cartola_bate_outra_vez Cartola_a_musica_de_cartola
Músicas em nosso repertório:


A Banda:

My Photo
  • Integrantes:
  • Teteu - violão
  • Gelinho - pandeiro
  • Renato - vocais
  • Entusiasta - percussão
  • Léo (Sujeira) - ganzá, tamborim
  • Thiago (T.P.) - vocais e tan-tan
  • Brunório - cavaquinho
  • Dudu - surdo
  • Quarta-Feira - sete cordas
  • Lorena Telles - vocais
  • - Belo Horizonte - MG - Brasil -

    Galeria de Fotos

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